PUBLICAÇÕES

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Oferecemos um serviço de edição, design e acompanhamento de produção para publicações independentes.

Tem um projeto e quer ver ele no papel, nos escreva contando sobre ele.

Conheça abaixo alguns projetos:

LENÇOL PARA DOIS, de Maria Helena Sponchiado, 2015 Em parceria com Editora Quelônio

 


O livro surgiu como exercício de experimentação: criar ficçãoo a partir de um material familiar que teve sua história interrompida. A apropriação de elementos díspares, reorganizados no projeto de um livro-objeto, estabelece uma espécie de união de memórias desconhecidas e sem dono. Reunidos, textos e fotos permitem configurar uma nova história.

 

* ESGOTADO

FUTURO DO PRETÉRITO, de Andrea D`Amato, 2016

Em parceria com Editora Quelônio

Um Futuro do pretérito, título deste trabalho, presente a partir do composto de três cadernos - interlúdios que buscam desvendar a malha do tempo da memória. Neles, a artista fotógrafa nos propõe percorrer, bem devagar, por três vezes consecutivas, os volumes, repetindo nosso olhar sobre as mesmas fotografias. A cada volume, diferenciado apenas pelas cores verde, vermelho e azul, vamos deparando com pequenas porções de textos, narrados como se fossem uma voz não distante.Palavras que são também imagens, nas suas grafias, desenhadas, linhas ritmadas pela coreografa o autoral e singular de três vidas, que têm em sua própria história as marcas invisíveis de uma carga de memória.

* ESGOTADO

OBJETO PERDIDO, de Patrícia Gatto, 2017

" A série de corações garimpados por Patrícia Gatto, nas suas deambulações pela cidade, nos dizem que, sim: EXISTE AMOR EM SP! Nossa fotógrafa faz uma exaltação a todos aqueles que, anonimamente, por pura necessidade, denunciaram seus amores no espaço público. O muro é uma espécie de pele tecida no concreto que demarca o dentro e o fora de cada um e o dentro e o fora entre o público e o privado. O desenho nos muros é como a tatuagem na pele, um querer dizer algo para o eu e para o outro.
Os corações recolhidos pelo olhar sensível são os restos de amores achados e perdidos por aí. São a captação visual de um gesto sonoro, de um grito! Quando a experiência amorosa atravessa o sujeito, ela se impõe como algo que não cabe em si: porque transborda, precisa ser exposta.Tem coração pra todos os gostos e desgostos em incontáveis formas de representar o que pulsa."

Texto por Soraia Bento, psicanalista.

* Para mais informações, entrar em contato com a artista.

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